Do eudaimonismo ético
O termo eudaimonia, aqui, é tomado em um sentido mais amplo que o tradicional, segundo o qual o eudaimônico diz respeito à felicidade. É que, a rigor, a junção dos termos eu (bom) e daimonia (demônio, gênio) significa algo como gênio bom no sentido de que a pessoa acompanhada de um bom conselheiro e capaz de ouvi-lo tende a experimentar uma certa ausência de mal-estar, uma trégua para os males desta vida.
Ora, essa trégua dos males pode se expressar pela felicidade, tal como a entende Aristóteles; pela ataraxia, tal como esta aparece no período helenístico, destacadamente com os estoicos e os epicuristas, assim como pela alegria, como a entende Espinosa.
Essa é a razão pela qual incluímos, como objetos temáticos do eudaimonismo ético, a felicidade aristotélica, a ataraxia helenista e a alegria espinosana, os quais constituem, respectivamente, os capítulos desta seção.
Nesta parte
1.1.1 A felicidade aristotélica
1.1.2 A ataraxia helenística
1.1.3 A alegria espinosana
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Referências
COSTA, Israel Alexandria. Ética, lei e cuidado: estudos filosóficos acerca da plenitude da ação humana. Pirassununga, SP: Sdmarini, 2021. p. 10. [Fonte desta página.]
Atividade(s)
1) Atividade dissertativa básica — 1.1 Do eudaimonismo ético